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Sarah Jessica Parker diz que faria Carrie "pelo resto da vida"

Sarah Jessica Parker afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que atuaria como a Carrie, de Sex and the City, "pelo resto da vida".

A atriz, que está divulgando o filme originário da série, disse que sentiu náuseas quando começou a rodar o longa por voltar a interpretar uma personagem que lhe marcou tanto e a qual não fazia há 10 anos.

No entanto, Sarah garantiu que relaxou e deixou Carrie voltar sozinha, por conta própria. Ela afirmou ser apaixonada pela personagem e disse que viveria para sempre fazendo somente a Carrie.

"Se um dia eu disser que cansei da Carrie ou de Sex and the City, pode saber que estou mentindo. Eu faria isso pelo resto da vida".

A atriz disse que existe a vontade de fazer uma continuação para o primeiro filme, mas não há nada de concreto sobre o assunto.

Posteres de Sex and the City

"Sex and the City" desbanca "Indiana Jones" nos EUA

O filme "Sex and the City" tirou a liderança de Indiana Jones nas bilheterias norte-americanas no primeiro dia em que esteve em cartaz, segundo estimativas divulgadas no sábado.

Na sexta-feira, a adaptação ao cinema da série do canal pago HBO vendeu cerca de 26,9 milhões de dólares em ingressos nos Estados Unidos e no Canadá, segundo a distribuidora Warner Bros. Pictures.

"Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" arrecadou apenas 12 milhões, de acordo com a firma Box Office Mojo. A Paramount Pictures, distribuidora do filme, recusou-se a comentar.

Dan Fellman, presidente do setor de distribuição doméstica da Warner Bros., não quis prever o que aconteceria neste fim-de-semana, mas disse que o filme lucrou no primeiro dia o que eles esperavam que lucrasse em três. Segundo ele, "O Diabo Veste Prada", outro filme direcionado às mulheres, conseguiu 27,5 milhões nos três primeiros dias de estréia, em 2006.

"Estamos absolutamente animados com estes números", disse Fellman. "É incrível."

O filme, que custou 60 milhões de dólares, é uma vitória para a sua produtora, a New Line Cinema, que tem enfrentado problemas desde que foi reduzida a uma divisão da Warner Bros devido a uma série de perdas. Também é uma boa notícia para a Warner Bros., já que o lançamento de "Speed Racer" não foi tão bem quanto o esperado.

"Sex and the City" chega às telas quatro anos depois do fim da série da HBO, que também é uma unidade da Time Warner. As críticas foram variadas, mas os fãs da série estão animados, comparecendo aos cinemas em grandes grupos. Os especialistas duvidavam do desempenho de um filme que atrai poucos espectadores homens.

Já Indiana Jones conseguiu 183 milhões de dólares desde a estréia, em 22 de maio -- e deve seguir "Homem de Ferro" para se tornar o segundo filme do ano a ultrapassar a marca dos 200 milhões de dólares, quando a Paramount divulgar dados de fim de semana, no domingo.

"Crepúsculo" ("Twilight") terá seqüência nos cinemas em 2010

Depois de conquistar a liderança nas bilheterias americanas, o filme de vampiros "Crepúsculo" ("Twilight") deve ganhar uma seqüência em 2010.

De acordo com a revista "People", a seqüência deve ser centrada na amizade da heroína adolescente Bella (Kirsten Stewart) com o misterioso Jacob (Taylor Lautner).

"Crepúsculo" faturou US$ 70 milhões no primeiro fim de semana em cartaz nos EUA, derrotando a marca de sucessos como "High school musical 3 - O ano de formatura" e "Sex and the city - O filme", que arrecadaram US$ 42 milhões e US$ 55,7 milhões, respectivamente.

O filme estréia dia 19 de Dezembro nos cinemas brasileiros.

Kate Hudson diz que adorou cena de sexo com palavrões

A atriz Kate Hudson, 29 anos, disse que adorou falar palavrões no longa-metragem My Best Friend´s Girl, em que ela protagoniza uma cena de sexo com Dane Cook e começa a citar palavrões sem qualquer tipo de pudor.

Segundo informações do site Showbiz Spy, Kate Hudson não se distancia muita da personagem. "Eu falo como ela. Foi a primeira vez que eu senti: 'nossa, posso dizer palavras inapropriadas e coisas que eu digo na vida real quando estou conversando com as pessoas sobre minhas relações'", disparou.

"É muito divertido fazer isso em um filme, principalmente porque eu nunca tinha feito nada parecido. Agora que eu tenho um filho, tento maneirar nos palavrões, mas sim, posso dizer muitas besteiras sexuais de vez em quando", brincou. "Me senti um pouco como as garotas do Sex and the City".

Na vida pessoal, Kate Hudson se divorciou de Chris Robinson em 2007 e admite ter saído apenas com três rapazes nos últimos meses.

Sônia Braga volta ao cinema e vive mãe de Jessica Alba

A atriz Sônia Braga será a mãe da americana Jessica Alba em um filme que acaba de ser rodado em Nova York e que representa o retorno da brasileira ao cinema dos Estados Unidos após vários anos de ausência.
"Acabo de rodar An Invisible Sign of My Own, um filme em que sou enfermeira e na qual faço a mãe de Mona, personagem interpretada por Jessica Alba", disse em entrevista a protagonista de filmes como O Beijo da Mulher Aranha (1985) e Dona Flor e Seus Dois Maridos(1976).

Aos 58 anos, a atriz, que já foi símbolo sexual do cinema e da televisão brasileiros durante anos, retorna assim à indústria americana, de onde saiu em 2006 para voltar ao mundo das novelas.

"Eu estava no Brasil muito calma, mas me chamaram para ser a mãe de Jessica Alba, portanto abri o apartamento que tenho em Nova York", explicou a atriz sobre o drama dirigido pela nova-iorquina Marilyn Agrelo, uma adaptação da novela homônima da escritora americana Aimee Bender.

A brasileira, que desconhece quando o filme chegará aos cinemas, assegurou que a rodagem aconteceu em Nova York durante novembro e explicou que se trata de um projeto diferente aos que Alba costuma protagonizar.

"Jessica é um amor de pessoa, uma mulher linda, divina, e assumiu um grande risco ao fazer este filme, onde não se fala da beleza exterior", disse Sônia Braga.

A atriz, que nos últimos anos apareceu em séries da televisão americana como Sex and the City e CSI, pediu que "todas as pessoas que amam Jessica, uma mulher linda, que a ajudem a triunfar nesse filme, que seja um sucesso muito grande".

Sônia Braga deixou os Estados Unidos alegando que estava farta dos papéis que lhe ofereciam e pedindo que os estúdios criassem melhores personagens para os atores latinos, algo que ainda reivindica.

"Os latinos não têm muitos personagens para eles no cinema e somos nós quem mais dinheiro gastam em lazer, mas não podemos ver nossos ídolos", explicou a atriz.

A brasileira assegurou, além disso, que não pode dizer qual será seu próximo projeto cinematográfico, já que, segundo ela, os latinos seguem "com o mesmo problema".